Mossoró/RN, 28 de Julho de 2021

Empresa alemã ainda vai levar anos para iniciar produção em águas profundas no RN

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A 15ª Rodada de Licitações da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) , realizada em março de 2018, criou uma grande expectativa para o crescimento da exploração em mar de petróleo e gás na Bacia Potiguar. Na oportunidade, sete blocos foram arrematados, com a participação de empresas nacionais e internacionais. No entanto, ainda serão necessários alguns anos para que as atividades de produção se inicie.

A empresa alemã Wintershall Dea, por exemplo, já iniciou o seu cronograma de atividades, mas informou ao PORTAL DO OESTE que, “entretanto, teremos alguns anos até que possamos iniciar as atividades de produção na Bacia do Potiguar”.

Segundo a Wintershall Dea, o cronograma de atividades está sendo cumprido conforme planejado. “Após termos adquirido, em 2018, um total de 7 licenças / blocos em Bacias Offshore, na Bacia do Potiguar, estamos conduzindo as atividades iniciais do nosso programa (sísmica). Esse é o primeiro passo para estabelecer a nossa empresa como Operador de E&P e parceiro estratégico”, explica Ulrike Michaelis, da Comunicação Corporativa da empresa alemã.

Apesar de ainda não ter iniciado sua operação no Rio Grande do Norte, a Wintershall Dea planeja fazer novos investimentos na Bacia Potiguar. “Vemos como um grande potencial o “deep water” (águas profundas) no Rio Grande do Norte. É por isso que planejamos continuar fazendo novos investimentos na região, e também expandir e diversificar o nosso portfólio para outras Bacias.”, complementa.

Na 15ª Rodada de Licitações, apenas três empresas foram responsáveis pelos sete arremates na Bacia Potiguar: Petrobras, Wintershall e Shell Brasil.

A Wintershall concentrou as principais ofertas, totalizando quase R$ 100 milhões em bônus por três blocos de exploração.

A Shell Brasil também arrematou três blocos, sendo um com participação de 100%, com bônus de R$ 1.963.358,55, e outros dois em conjunto com a Petrobras.

A Petrobras também arrematou um bloco com 100% de participação, com bônus de R$ 5.134.684,33, e tem participação de 60% nos dois blocos em conjunto com a Shell Brasil.

Postado em 29 de maio de 2019