Mossoró/RN, 17 de Maio de 2021

“Nunca fui tão mal tratada na vida como nesses 12 dias dentro deste hospital”, denuncia mãe que teve filho na Maternidade Almeida Castro

O sonho da maternidade se tornou um pesadelo para Priscila Rocha. Em relato publicado nas redes sociais na noite deste domingo (02), ela diz que “nunca fui tão mal tratada na vida” como nos 12 dias que passou dentro do Hospital Maternidade Almeida Castro.

Na publicação, Priscila Rocha elencou uma série de situações, especialmente em relação ao atendimento dos profissionais de saúde. “Obstetra que fez o meu parto só soube o nome porque olhei no prontuario, entrei na sala nem boa noite recebi. Estavam ocupado conversando sobre o que iriam comer depois dali.”, relatou.

Pricila Rocha também citou a reposta que teve quando reclamou de um ventilador que estava sujo. “Reclamei que não podia ligar o ventilador do quarto porque estava sujo, disseram que eu tinha 2 opções ir para um quarto com mais pacientes ou ficar no que eu estava que alguém em algum momento iria vir limpar e se eu reclamasse ela colocaria mais uma pessoa no meu quarto que era minúsculo.”, descreveu.

A denúncia de Priscila Rocha foi reforçada porque em comentário na publicação disse ter passado pela mesma situação. “Não fico indignada com nenhuma palavra do seu relato, Priscila Rocha. Passei 72 horas na maternidade e cada segundo que de passava eu queria fugir daquele local.”, corrobora.

O PORTAL DO OESTE entrou em contato com a interventora da Associação de Proteção e Assistência à Maternidade e Infância de Mossoró (Apamim), Larizza Queiroz, responsável pela administração do Hospital Maternidade Almeida Castro, e aguarda reposta da assessoria imprensa.

Postado em 3 de agosto de 2020