Mossoró/RN, 27 de Outubro de 2021

Vereador de Mossoró é preso em operação de combate ao comércio ilegal de armas de fogo e munições

Foto: Reprodução Facebook

Uma operação conjunta do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) e da Polícia Civil, com o apoio da Polícia Militar, resultou na prisão de 11 pessoas nesta terça-feira (5). A operação Rastilho foi deflagrada nas cidades de Mossoró, Caraúbas e Paraú e teve por objetivo combater o comércio ilegal de armas de fogo e munições na região Oeste potiguar.

Ao todo, foram cumpridos sete mandados de prisão preventiva e 12, de busca e apreensão. Além desses mandados, outras quatro pessoas foram presas em flagrante na ação. Um outro mandado de medida restritiva de direitos também foi cumprido.

Entre os presos está o vereador de Mossoró Edson Carlos (Cidadania). O parlamentar pagou fiança de R$ 1.500,00 e foi liberado.

Foram apreendidos armas de fogo, munições e aparelhos de telefonia celular, que estavam em poder dos suspeitos presos.

Os demais presos já foram levados para delegacias da região, onde serão autuados antes de serem encaminhados para o sistema prisional potiguar, permanecendo à disposição da justiça criminal.

Nota

Em nota, o vereador Edson Carlos afirmou não ter relação com a operação.

Confira abaixo:

Sou cidadão de bem, trabalhador e de origem humilde, com a honrosa missão de representar o povo na Câmara Municipal de Mossoró.

Esclareço que não sou investigado nem acusado de participação em venda ilegal de arma e munição.

Material apreendido em operação policial hoje (5), divulgado na mídia, como pistola, munição, colete à prova de bala, não foi encontrado sob minha posse ou na minha residência.

Tive nome citado uma vez, talvez por ser pessoa pública, em conversa entre investigados, os quais sequer conheço.

Tal fato motivou, na manhã de hoje (5), cumprimento de mandado de busca e apreensão na minha residência, no bairro Rincão.

Perguntado pela autoridade policial, confirmei existência em casa de um revólver calibre 38, herança do meu avô, nunca por mim usado.

Por esta razão, fui conduzido à delegacia, de onde fui liberado após esclarecer a situação e cumprir todos os procedimentos.

Reafirmo não possuir nenhuma ligação com a denúncia e continuo à disposição da Justiça e da sociedade para quaisquer esclarecimentos.

Postado em 5 de outubro de 2021